Tagore – 1º Nobel da Literatura não-europeu

Rabindranath Tagore“Cada criança, ao nascer, traz-nos a mensagem de que Deus ainda não perdeu a esperança nos homens.” – Tagore

 

  • “A verdade vem como conquistador apenas porque nós perdemos a arte de recebe-la como hóspede.”
Fonte: The Fourfold Way of India (1924)
  • “O conhecimento é parcial, porque nosso intelecto é um instrumento, é apenas parte de nós, ele pode nos dar informações sobre as coisas que podem ser divididas e analisadas, e cujas propriedades podem classificadas parte por parte.”
Fonte: Sādhanā: The Realisation of Life (1916)
  • “Nós conseguimos engolir carne, apenas porque não pensamos na coisa cruel e pecaminosa que fazemos.”
Fonte: Glimpses of Bengal Letters, 1894
  • “A borboleta conta momentos e não meses, e tem tempo de sobra.”
The butterfly counts not months but moments, and has time enough.

Fireflies – página 13, Rabindranath Tagore – Macmillan, 1955, ISBN 0026159805, 9780026159807 – 272 páginas
  • “Quando eu estiver contigo no fim do dia, poderás ver as minhas cicatrizes, e então saberás que eu me feri e também me curei.”
I stand before thee at the day’s end thou shalt see my scars and know that I had my wounds and also my healing.

A Tagore reader, Rabindranath Tagore, Amiya Chandra Chakravarty – Macmillan, 1961 – 401 páginas
  • “O eco zomba de sua origem para provar sua originalidade.”
The echo mocks her origin to prove she is the original.

Collected poems and plays of Rabindranath Tagore – página 240, Rabindranath Tagore – Macmillan, 1955 – 577 páginas
  • “Carrega de ouro as asas do pássaro e ele nunca mais voará pelo céu.”
Set bird’s wings with gold and it will never again soar in the sky.

Stray birds – Página 34, Rabindranath Tagore – Forgotten Books, 1961, ISBN 1605066702, 9781605066707 – 84 páginas

Atribuídas

  • “as crianças nos trazem, ao nascer, a mensagem de que Deus não perdeu ainda a esperança nos homens.”
citado em “Estudos de ciências políticas e sociais: Edições 60-61” – página 124, Centro de Estudos Políticos e Sociais (Portugal) – O Centro, 1963
  • “Se choras porque não consegues ver o Sol, as tuas lágrimas impedir-te-ão de ver as estrelas.”
If you cry because the sun has gone out of your life, your tears will prevent you from seeing the stars. 
Tagore citado em “1001 Smartest Things Ever Said” – Página 30, Steven D. Price – Globe Pequot, 2005, ISBN 1592287883, 9781592287888 – 368 páginas

fontes: wikpédia  –   wikiquote ( citações )

Rabindranath Tagore e o Mahatma Gandhi.
Rabindranath Tagore e o Mahatma Gandhi.

Rabindranath Tagore (em bengali: রবীন্দ্রনাথ ঠাকুর; 7 de maio de 1861 – 7 de agosto de 1941), alcunha Gurudev, foi um polímata bengali.

Como poeta, romancista, músico e dramaturgo, reformulou a literatura e a música bengali no final do século XIX e início do século XX.

Como autor de Gitânjali, que em português se chamou “Oferenda Lírica” e seus “versos profundamente sensíveis, frescos e belos”, sendo o primeiro não-europeu a conquistar, em 1913, o Nobel de Literatura,

Tagore foi talvez a figura literária mais importante da literatura bengali. Foi um destacado representante da cultura hindu, cuja influência e popularidade internacional talvez só poderia ser comparada com a de Gandhi, a quem Tagore chamou ‘Mahatma’ devido a sua profunda admiração por ele.

Um brâmane pirali de Calcutá, Tagore já escrevia poemas aos oito anos. Com a idade de dezesseis anos, publicou sua primeira poesia substancial sob o pseudônimo Bhanushingho (“Sun Lion”) e escreveu seus primeiros contos e dramas em 1877. Tagore condenava a Índia britânica e apoiou sua independência. Seus esforços resistiram em seu vasto conjunto de regras e na instituição que ele fundou, Universidade Visva-Bharati.

Tagore modernizou a arte bengali desprezando as rígidas formas clássicas. Seus romances, histórias, canções, danças dramáticas e ensaios falavam sobre temas políticos e pessoais. Gitanjali (Ofertas de Música), Gora(Enfrentamento Justo) e Ghare-Baire (A Casa e o Mundo) são suas mais conhecidas obras. Seus versos, contos e romances foram aclamados por seu lirismo, coloquialismo, naturalismo e contemplação. Tagore era talvez o único literato que escreveu hinos dos dois países: Bangladesh e Índia: Hino nacional de Bangladesh e Jana Gana Mana.

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