O dia em que nos tornamos adultos

Quando pensamos, também imaginamos coisas. Muitas coisas. E todos nós fazemos isso.

Mas nem tudo o que imaginamos, e que naquele momento não existe em nossa frente, em nossa realidade, na dimensão terrena dos vivos, pois bem, nem tudo o que pensamos é fruto de nossa imaginação.

Temos sempre, diversos lampejos das outras dimensões, vários sinais, vários instantes de sincronia entre estes mundos.

Quando sentimos isso, percebemos que aquilo não é só ‘coisas’ da nossa imaginação, e assim, duvidamos de nós mesmos, não aceitamos, simplesmente porque não entendemos, porque não sabemos explicar o processo como isso se dá. E em geral rejeitamos o presente da vida. A vida de verdade. Voltamos para nosso mundo terreno, como quem volta para o conforto de casa, para o útero da segurança.

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Por isso que dizemos que está certo fazer assim. Não tem que mudar.

Rejeite até não conseguir mais, porque é com a quantidade de rejeições que o processo começa a ficar visível.

Todos nós temos o nosso próprio tempo para aceitar nossa real condição como espírito humano. Como consciência viva que existe mesmo fora do corpo. Mesmo quando não existe mais vida naquele corpo que tivemos aqui na Terra.

Viva naturalmente, até o dia em que as rejeições forem impossíveis.

Um dia, e ele chega para todos nós, seja nesta vida ou em outra muito à frente no tempo, um dia, as rejeições acabarão e a realidade dos diversos mundos se misturarão, e enfim, você saberá separar o que é da imaginação, e o que é realidade de outra dimensão de tempo e espaço.

E quando este dia chegar, poderá então, dizer-se adulto afinal.

Até lá então 🙂

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Paul Sampaio, perfil, 1  Paul Sampaio – Autor

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