Quinta Arte – Bauru TV

Teatro Mágico - musicalidade em cena.


baurutv

Programa que será gravado às quartas-feiras, e apresentado às quintas, que abrangerá o teatro e todas as outras artes existentes.

Anexei abaixo, uma breve pesquisa da Wikipédia sobre as Artes, e como elas acabaram sendo enumeradas pela História.

Este, será um dos sete programas que farei para a Bauru TV.

Um para cada dia da semana.

Mas este, eu não apresentarei.

Depois trago os próximos.

Por hora, vai aí esse saborosíssimo estudo sobre as artes e seus domínios.

Não há quem possa dizer que nunca se encantou com nenhuma delas.

Coisas do Espírito Humano.

Paul Sampaio

Bauru, quarta-feira, dia 25 de março de 2015 – 14:28 – 29º

 


 

p.S.: Minha própria numeração, seguiria a ordem cronológica de aparecimento das artes.

Em minha numeração, o teatro apareceria como a sexta arte, e não a quinta.

  • 5ª ArteTeatro (representação);

Obviamente, seria necessário ter muito conhecimento histórico e arqueológico para isso, contudo, vai aí minha arriscada tentativa:

  • 1ª Arte – Música (som);
  • 2ª Arte – Dança (movimento);
  • 3ª ArteEscultura e Arquitetura (matéria);
  • 4ª Arte – Pintura (desenho);
  • 5ª Arte – Poesia (palavra);
  • 6ª Arte – Teatro (representação);
  • 7ª Arte – Literatura (história);
  • 8ª Arte – Fotografia (imagem)
  • 9ª Arte – Cinema (vídeo);
  • 10ª Arte – Digital (computador).

 


bando-de-teatro-olodum_foto-joc3a3o-milet-meirelles_4


Numeração das Artes

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A numeração das artes refere-se ao hábito de estabelecer números para designar determinadas manifestações artísticas.

O termo “sétima arte”, usado para designar o cinema, foi estabelecido por Ricciotto Canudo no “Manifesto das Sete Artes“,1 em 1912 (publicado apenas em 1923).

Posteriormente, foram propostas outras formas de arte, umas mais ao menos consensuais, outras que foram prontamente aceitas como o caso da 9ª arte, que hoje em dia é uma expressão tão utilizada para designar a “Banda desenhada”,2 como o é, a 7ª arte para o cinema.

Numeração

Presentemente, esta é a numeração das artes mais consensual, sendo no entanto apenas indicativa, onde cada uma das artes é caracterizada pelos elementos básicos que formatam a sua linguagem e foram classificadas da seguinte forma:

Outras formas expressivas também consideradas artes foram posteriores adicionadas à numeração proposta pelo manifesto:nota 1 3 4 5

  • 8ª ArteFotografia (imagem);6
  • 9ª Artequadrinhos (cor, palavra, imagem);2
  • 10ª ArteVídeo Games (alguns jogos integram elementos de todas as artes anteriores somado a 11ª, porém, no mínimo, ela integra as 1ª, 3ª, 4ª, 6ª, 9ª artes somadas a 11ª desde a Terceira Geração);
  • 11ª ArteArte digital (integra artes gráficas computorizadas 2D, 3D e programação).

Numerações alternativas

Outras numerações, não tão consensuais, propõem o seguinte:

Numeração mais ou menos utilizada
  1. Pintura;
  2. Escultura;
  3. Arquitectura;
  4. Dança;
  5. Música;
  6. Literatura;
  7. Cinema;
  8. Televisão;
  9. Banda desenhada;
  10. Jogos de Vídeo ou modelismo ferroviário;
  11. Multimédia/multimídia ou arte digital.
Numeração muito menos utilizada
  1. Arquitectura;
  2. Escultura;
  3. Pintura;
  4. Música;
  5. Poesia;
  6. Dança, mímica, teatro e circo;
  7. Cinema;
  8. Rádio, televisão e fotografia ou agrupados em “media arts”;
  9. Banda desenhada;
  10. Arte digital ou RPG ou jogos de vídeo ou modelismo ferroviário (e por extensão modelismo de uma forma geral);
  11. Culinária ou arte gráfica.

Notas

  1. É preciso clarificar, que quando se fala em numeração proposta pelo manifesto, está-se a referir aos números utilizados e não à sequência ou ao tipo de artes na listagem.

Referências

  1.  Université de metz
  2.  Edgar Franco. HQtrônicas: do suporte papel à internet. [S.l.]: Annablume. 284 p. ISBN: 85-7419-476-X
  3.  Quais são as 7 artes tradicionais? Entretenimento. Visitado em 13 de Setembro de 2011.
  4. Alexandre Cunha. 11 Artes Revista Don’t Panic. Visitado em 13 de Setembro de 2011.
  5. THE SPIRIT, DE FRANK MILLER: A opção estética e o domínio técnico na transcriação fílmica da obra de Will Eisner. [S.l.]: Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação, 2010. p. 5.
  6. Pedro Vasquez. O Brasil na fotografia oitocentista. [S.l.]: Metalivros, 2003. 295 p. p. 1831.

Acesse mais links pela origem da postagem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Parlapatões apresentam o espetáculo - Ridículos Ainda e Sempre, no 54º Festival Santista de Teatro

Anúncios