Quinta, 14 de junho

Quando tudo parece injusto, irrecuperável, torto … sempre vem a lembrança do maestro Tempo. Aquele que vê tudo, e tudo ajeita. Que dá as pinceladas do merecimento, e o copo d’água ao final da batalha, tendo sido ela vitoriosa ou não – o socorro. Que sempre dura exatamente o necessário, até que outra batalha por crescimento comece. Afinal, vai haver outra. Sempre há outra. Pelos menos para mim tem sido assim, desde que eu me tornei adulto, há 23 anos. Parafraseando a surfista havaiana Bethany Hamilton, que decidiu continuar competindo, mesmo tendo perdido um braço para um tubarão: não quero que seja fácil, só que seja possível … exatamente como fez Deus, segundo os judeus, ao tratar com Satanás sobre o futuro de Jó.

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