Desatando nós

E escapando das grades que a

mente criou.

Nós, que nós mesmos fizemos, por pura ignorância,

Por imaturidade e ganância,

Por querer tanto satisfazer nossos desejos.

Para achar a paz, é preciso primeiro querê-la. E com muita intensidade.

É necessário saber que existem estados de espírito que não tem como a Luz

entrar. Por isso, é preciso sempre se lembrar, de deixar pelo menos uma fresta

aberta.

Para que haja perspectiva de vida.

Norte … e espaço para o que ainda está para acontecer.

Tempo para a recuperação, para a redenção,

para voltar a ser útil.

Nos nós que nós mesmos fazemos, existe toda lição.

Nos nossos agressores, os maiores professores.

Afinal, é na tempestade que sabemos de verdade,

o quanto já estamos preparados, iluminados, sábios.

Sábios que já sabiam o que ainda não sei.

Que escreviam em primeira, segunda e terceira pessoa ao mesmo tempo.

Humanos que conheciam mais do que conhecemos,

E que continuam nos ensinando,

como ser vários em apenas um. Sem perder nunca o propósito de ser grande.

De conseguir desatar seus próprios nós,

e ainda ter tempo para ajudar os outros a desatar os seus.

Espaço para gente que transforma nós em espaço para todos nós, estarmos

juntos, em harmonia e produção.

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